
O próximo salto do desenvolvimento com IA: da assistência à orquestração
A próxima onda não é apenas escrever código com um copiloto. É coordenar agentes supervisionados, contexto, testes e limites ao longo de todo o ciclo de desenvolvimento.
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A próxima onda não é apenas escrever código com um copiloto. É coordenar agentes supervisionados, contexto, testes e limites ao longo de todo o ciclo de desenvolvimento.

LLMs sabem conversar, mas não compartilham um modelo estável do domínio. Ontologias, grafos de conhecimento e validação semântica podem dar aos agentes um vocabulário comum, ações mais seguras e memória verificável.

Quando um agente pode agir demais, o risco não é apenas vazamento ou abuso. Ele também fica ruim de operar: executa trabalho fora de escopo, repete ações, gasta orçamento e falha sem caminho claro de volta.

O volume de código está crescendo mais rápido do que a capacidade humana de revisar. O problema não é usar IA, é fingir que review continua com o mesmo custo.

O agente deixou de ser o produto inteiro. O próximo salto está na camada acima: memória entre sessões, coordenação entre agentes, contexto entre repositórios e otimização automática do próprio harness.

O agente genérico parece simples até virar um contexto gigante com ferramentas demais, permissões demais e custo demais. Agentes de domínio específico trocam esse acúmulo por composição, fronteiras claras e execução mais barata.

Seu agente mandou bem na demo e todo mundo achou incrível. Mas como você sabe que ele realmente funciona? Se a resposta for 'a gente testou e pareceu bom', você está operando no modo vibes. E vibes não escalam.

Agentes autônomos podem transformar uma tarefa trivial em um buraco negro financeiro porque o consumo de tokens é massivo, estocástico e difícil de prever.